Ogier “constrói” cortina de pó na Lousã

À partida para a segunda etapa do Vodafone Rali de Portugal, Sébastien Ogier, navegado por Julien Ingrassia, encontra-se na quinta posição, separado por 25,8 segundos do estónio Ott Tanak. Ao volante de um Citroën C3 WRC, o piloto francês, qual “Deus” da gravilha ou da terra, foi “severamente penalizado” por ter a missão de abrir a prova do Automóvel Club de Portugal (ACP).

Sébastien Ogier, sem nunca precisar de ser o mais rápido nem tão pouco o mais fantástico, é conhecido pela regularidade em cada prova e, quase sempre, o mais assertivo do campeonato de ralis, não sendo por acaso que ocupa o lugar de relevo no trono do WRC, conquistando o ano passado o hexacampeonato.

No Vodafone Rali de Portugal, o francês ambiciona, naturalmente, potenciar o rendimento da formação gaulesa e alimentar a criação de uma aura lendária à sua volta, nem que para isso, “construa” uma cortina de pó para “enervar” a concorrência.

Para tudo na vida, é preciso saber assentar a poeira para chegar com êxito aos objectivos traçados. A actuação de Sébastien Ogier, na segunda passagem pela especial da Lousã – quarta da etapa inaugural do Vodafone Rali de Portugal 2019 – foi captada pelo extraordinário repórter fotográfico João da Franca / ACP. Como o primeiro milho é dos pardais, o piloto francês não “desarma o costelo” e espera que a poeira assente para novas aventuras e peripécias na segunda etapa da prova portuguesa do Mundial.

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