Os ralis correm nas veias de Hayden Paddon

«Os ralis estão-me no sangue, isto não acaba aqui», foi com estas palavras que o piloto neozelandês, que trabalhou com o jovem engenheiro de Aguiar da Beira, Rui Francisco Soares, anunciou a sai retirada do WRC para 2019.

CARLOS SOUSA (carlos.sousa@autolook.pt)

Rui Francisco Soares e Hayden Paddon

Com a entrada do francês Sébastien Loeb na Hyundai Motorsport, Hayden Paddon viu a possibilidade de continuar no reino da formação sul-coreana espraiar-se. Perante este cenário, o piloto neozelandês anunciou a retirada do Mundial de Ralis na próxima temporada, mas deixou a porta entreaberta para a competição e ao WRC, ao afirmar que «os ralis estão-me no sangue, isto não acaba aqui».

No entanto, Hayden Paddon, sublinhou num vídeo que está «muito desapontado, mas entendemos a realidade actual do desporto profissional», embora tenha vincado anteriormente que não faria qualquer sentido tomar outro rumo numa outra equipa que não a Hyundai.

Hayden Paddon

«Tenho uma ligação muito forte ao importador local neozelandês da marca e está muito activo em campanhas, pelo que não faria qualquer sentido trocar de marca, mesmo perdendo o lugar. Naturalmente que, após o ingresso de Sébastien Loeb, ficámos sem hipóteses de ter um programa no WRC», sustentou o piloto neozelandês no vídeo que divulgou.

Vencedor do Rali da Argentina em 2016, Haydon Paddon, que teve no jovem engenheiro de Aguiar da Beira, Rui Francisco Soares, um alicerce para registar o triunfo, subiu ao pódio do WRC por oito vezes ao longo de cinco anos ao serviço da Hyundai Motorsport.

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