ACP apura as razões da invasão em Arganil 2
A Comissão Organizadora da 59.ª edição do Vodafone Rally de Portugal anunciou estar a apurar as circunstâncias em que dois veículos, «incorretamente identificados como sendo da GNR», entraram no percurso no decorrer da sétima especial da prova.
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Em comunicado, a Comissão Organizadora lembra que «o troço de Arganil 2 teve início esta sexta-feira às 12h30, perante milhares de espetadores que acompanhavam com entusiasmo a prova». «Apesar de todo o dispositivo de segurança se encontrar plenamente operacional, verificou-se a entrada indevida de dois veículos não autorizados no percurso, veículos esses incorretamente identificados em alguns meios de comunicação como pertencendo à GNR», lê-se.
No mesmo documento, a Comissão Organizadora indica que «esta situação, cujas circunstâncias se encontram a ser apuradas, levou à interrupção do troço por decisão da organização, uma vez que a segurança de todos os envolvidos no WRC Vodafone Rally de Portugal constitui prioridade máxima».
O piloto britânico Elfyn Evans, em Toyota GR Yaris Rally1 e primeiro na estrada, deparou-se com um reboque automóvel ao quilómetro 16 do sétimo troço da prova, denominado Arganil 2, que acabou por se desviar à passagem do piloto.
A organização acabou por retirar 4,6 segundos ao tempo de Elfyn Evans nessa especial devido ao tempo perdido atrás do veículo não autorizado. Pouco depois, seria o sueco Oliver Solberg, também em Toyota GR Yaris Rally1, a relatar, no final do troço, ter-se deparado com uma militar da GNR a atravessar a pista a pé.
Na mesma especial, o francês Yohan Rossell (Lancia Ypsilon) encontrou um outro veículo, que imagens transmitidas pela RTP mostrava utilizar sinais luminosos azuis. De acordo com a organização, o carro não era da GNR. Estas falhas de segurança estão, agora, a ser investigadas pela organização.

