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Viaturas de segurança no Águeda rali travocar

Com o objetivo de passar uma imagem preventiva ao nível da segurança do Águeda rali travocar, em que o espetador não deixa de ser um elemento fundamental para o bom exercício da competição, o papel das viaturas que rodam com os números “0” são indispensáveis para atingir esses propósitos.

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Gonçalo Henriques e Eduardo Veiga

Não nenhuma organização dos ralis, nacionais e internacionais, que não apelem ao público em geral para que sigam as regras do código da estrada na viagem de ida e regresso para o espetáculo proporcionado pelas viaturas de ralis, bem como a utilizar as zonas somente destinadas aos espetadores.

Não deixa de ser também importante que todos, sem exceção, respeitem as indicações dadas pelos militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) e agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) no sentido de selar pela segurança de todos os envolvidos, inclusive pilotos e navegadores.

Para o Águeda rali travocar foram definidas as duplas para as viaturas de segurança, também conhecidos por carros “zero”, dada a sua importância que passam nas classificativas um pouco antes das viaturas de competição. Perante este desiderato, a viatura Mitsubishi Lancer Evo VII, com o número “0” nas portas, é conduzido pelo aguedense Eduardo Veiga, navegado pelo poiarense Gonçalo Henriques, piloto do Team Hyundai Portugal.

O carro “00” é tripulado por Miguel Rodrigues e Luís Ramalho, em Mercedes CLA e o “000” por Sérgio Almeida e Sérgio Canedo, em Toyota Cellica. A viatura de fecho, também denominada de carro “vassoura”, teve ao volante Ivo Machado e Rafael Olegário, em Peugeot 407.

Estas foram as viaturas que, antes das classificativas em agenda para o Águeda rali travocar, passaram para assegurar a segurança e regularidade dos troços. Depois do encerramento das estradas, a primeira viatura a passar foi a da GNR para verificar se os postos de trânsito e de segurança estavam em posicionamento. Depois seguiu-se a viatura da cronometragem da ANUBE, que procedeu à preparação final da cronometragem.

Refira-se que dos carros zero, o primeiro a passar foi o “000”, 30 minutos antes de começar o rali para verificar trajetórias e se as pessoas estavam em segurança. O “00” passou 20 minutos antes do primeiro concorrente e que serviu para um segundo alerta para a organização, de forma a saber se as pessoas estavam bem posicionadas.

O “0” passou 10 minutos antes do primeiro concorrente e deu o “OK” final à organização. Esta viatura já passava com alguma velocidade e informava se estava tudo a postos e, se houvesse alguma anomalia, era resolvida no imediato. Em caso de problema com a viatura “0”, a organização tinha uma viatura suplente para avançar.

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