Vodafone Rali de Portugal já está em polvorosa

O Salão Nobre da Câmara Municipal de Coimbra foi o palco escolhido para a assinatura do contrato-programa de apoio desportivo à realização do Vodafone Rali de Portugal na região Centro, que regressa à estrada na próxima semana.

(auto.look2010@gmail.com) – Fotos: TURISMO CENTRO DE PORTUGAL

O Vodafone Rali de Portugal vai ser disputado entre 21 e 23 de Maio, na zona Centro com classificativas em Lousã, Góis, Arganil e Mortágua, e a Norte, em Lousada, Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto, Amarante, Porto, Felgueiras e Fafe. O presidente da Turismo Centro estima que a região receba cerca de 200 mil pessoas durante o Vodafone Rali de Portugal, de 21 a 23 de Maio, salientando que há uma extensão «muito significativa» de território para acomodar com segurança todo o público.

«O espaço é muito extenso. Este ano temos mais um concelho, Mortágua. É uma extensão muito significativa, que permite acomodar em segurança, com distanciamento, muitas pessoas e acreditamos que este ano possamos chegar às 200 mil», afirmou Pedro Machado, que falava aos jornalistas em Coimbra, à margem da assinatura do contrato-programa de apoio à realização do Vodafone Rali de Portugal, que vai passar pela região Centro, a 20 e 21 de Maio.

O contrato-programa prevê um financiamento de 600 mil euros de apoio à realização do Vodafone Rali de Portugal, envolvendo a Turismo Centro de Portugal e os municípios de Coimbra, Arganil, Lousã, Góis e Mortágua.

A cerimónia contou, entre outras personalidades, com a presença de Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Club de Portugal e dos presidentes de câmara da região envolvidos: Manuel Machado (Coimbra), Luís Paulo Costa (Arganil), Maria de Lurdes Castanheira (Góis), José Júlio Norte (Mortágua) e a vereadora Ana Ferreira, em representação do presidente Luís Antunes (Lousã).

Segundo Pedro Machado, a estimativa é cerca de metade das pessoas que terão assistido à prova na região em 2019. Apesar da redução de público, o presidente da Turismo Centro de Portugal acredita que o evento desportivo terá «um reflexo extraordinário no alojamento, na alimentação, na hotelaria, no turismo em espaço rural e em espaço histórico», contribuindo para a atracção de toda a região e para ajudar a recuperar o sector.

Durante a cerimónia, Pedro Machado desafiou a organização do Vodafone Rali de Portugal a dar forma a uma «velha ambição de ser criada uma especial nocturna na cidade de Coimbra», em 2022 ou em 2023.

«Talvez em 2022 ou em 2023, com uma partida mais cedo, seja possível fazer uma especial à noite na cidade de Coimbra», respondeu o presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP), organizador da prova, Carlos Barbosa.

Questionado pelos jornalistas sobre as medidas de segurança do evento, o responsável explicou que será fácil o controlo de pessoas em locais onde são vendidos bilhetes, sendo que nas outras entradas, como é o caso da região Centro, haverá «um reforço brutal de GNR este ano».

«Esse controlo vai ser feito na base do número de pessoas que entraram hipoteticamente nos anos anteriores. A GNR vai ter um papel muito difícil e pedimos às pessoas que se espalhem pelas zonas de espectáculo. As zonas de espectáculo autorizadas foram dobradas na sua área. Apelamos ao bom senso das pessoas para não estarem em cima umas das outras», salientou.

Para Carlos Barbosa, «é fundamental ter a região Centro» no Vodafone Rali de Portugal, recordando que é esta zona do país que «tem as melhores recordações do antigo rali». «Estamos cá e estamos para ficar», realçou.

Durante a cerimónia, o presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, também reforçou o apelo ao cumprimento das normas de saúde por parte do público: «Quero apelar a que tenhamos cuidado e a que consigamos demonstrar que é possível fazer iniciativas notáveis cumprindo as regras», salientou.

A cerimónia de arranque do Vodafone Rali de Portugal vai decorrer a 20 de Maio em Coimbra. A prova vai ser disputada entre 21 e 23 de Maio, na zona Centro, com classificativas em Lousã, Góis, Arganil e Mortágua, e Norte, em Lousada, Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto, Amarante, Porto, Felgueiras e Fafe.

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