Team Bianchi Prata Honda implacável na etapa

A etapa entre Riyadh e Al Dawadimi foi fértil em subidas e descidas com mais de uma centena e quilómetros de dunas, com os pilotos Team Bianchi Prata Honda a superar as expectativas entre a condução e a navegação, onde pontificou o labirinto de caminhos.

(ato.look2010@gmail.com) – Fotos: FOTOP

Arcélio Couto (Honda CRF450RX)

A sétima etapa da 44.ª edição do Rali Dakar entrou em território desconhecido para o reinício da competição após o dia de descanso. Este dia de “exploração” começou com cerca de 100 quilómetros de dunas no que pareceu uma sucessão interminável de altos e baixos “pintados” no deserto.

Depois desse intenso exercício de subida e descida de dunas, a condução e a navegação ficaram mais fáceis, mas o labirinto de caminhos facilmente empurrou certas equipas além dos seus pontos de resistência.

«Um dia muito longo, 400 quilómetros de especial. Tinha algumas dunas que até eram complicadas. Mais foi mais um dia concluído e muito cansativo. Naturalmente que estou cansado, pois foram muitas horas em cima da moto, mas o que interessa é que estamos aqui todos na prova e o objectivo é acabar o Dakar. Amanhã vai ser um dia duro e difícil, mas vai ser um dia de cada vez para não cometer erros» sustentou Pedro Bianchi Prata, em Honda CRF450RX, agradecendo o apoio que tem recebido diariamente.

Pedro Bianchi Prata (Honda CRF450RX)

Por seu turno, Arcélio Couto, também aos comandos de uma Honda CRF450RX, “sobreviveu” ao carrocel de dunas na longa sétima tirada da prova mais dura de todo-o-terreno entre Riyadh e Al Dawadimi. Foi uma especial de 402 quilómetros e uma ligação de 299 quilómetros, o que traduz bem das dificuldades encontradas.

«Mais uma etapa longa. Foram centenas de quilómetros onde 402 foram de Sector Slectivo. Diverti-me imenso e quase sempre na companhia do Alexandre Azinhais. Obrigado», revelou Arcélio Couto, que voltou a ser parco em palavras.

Paulo Oliveira (KTM)

O moçambicano Paulo Oliveira, que conduz uma KTM integrado no Team Bianchi Prata Honda, revelou que «hoje, provavelmente, foi a etapa mais longa e cansativa que tivemos até agora no Rali Dakar».

«Foi uma etapa com 700 quilómetros, 402 dos quais cronometrados, com um bocadinho de terra, pedra, areia e dunas. Terminámos, mas perdemos um bocadinho de tempo nas dunas. Mas estamos felizes pela conclusão sétima etapa, faltando agora cinco para terminar a mítica prova de todo-o-terreno», concluiu Paulo Oliveira.

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