“Segunda corrida atesta capacidade da região”

O presidente do Turismo do Algarve (RTA) considerou hoje que a realização de duas provas consecutivas do Mundial de MotoGP em Portimão «é um reconhecimento da Dorna» pela capacidade organizativa e as condições que a região oferece.

(auto.look2010@gmail.com)

João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve

«A escolha do Algarve para a realização de provas do campeonato do mundo pelo segundo ano consecutivo demonstra um reconhecimento da capacidade de se organizar o evento, da qualidade do circuito e do destino para receber», indicou o presidente da RTA, João Fernandes.

O responsável do turismo do Algarve acredita que a capacidade e qualidade do Autódromo Internacional do Algarve em concretizar as corridas «podem no futuro fazer com que o circuito algarvio seja um palco assíduo» de provas do mundial de velocidade.

«Temos a expectativa de que o reconhecimento se traduza no futuro em mais edições de MotoGP, já gozando da possibilidade de ter público nas bancadas e da plenitude do impacto destes grandes eventos», apontou. Para João Fernandes, a qualidade do circuito e as «excelentes condições que a região oferece para a realização destes grandes eventos fazem com que exista a expectativa de que o Algarve possa vir a integrar com regularidade» o calendário do Mundial.

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) vai voltar a receber, entre esta sexta-feira e domingo, o Grande Prémio 888 de Portugal de MotoGP, terceira etapa do Mundial. O português Miguel Oliveira (KTM) é um dos favoritos à vitória, depois do pleno alcançado em 22 de Novembro de 2020 na estreia da prova no Algarve.

O piloto natural de Almada venceu a corrida, depois de partir da “pole position” e conseguindo a volta mais rápida em corrida, ao rodar em 1m39,855s. Miguel Oliveira chega a Portimão entre os 14.ºs classificados, depois de um 13.º lugar na primeira corrida e de um 15.º na segunda, ambas disputadas no traçado de Losail, no Qatar.

A prova portuguesa é a terceira das 19 corridas do calendário do Mundial que, à semelhança do ano passado, irá decorrer sem a presença de público devido à pandemia da Covid-19.

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