Sébastien Ogier defende comando na Turquia

Depois do recomeço na Estónia, o Campeonato do Mundo de Ralis prossegue este fim-de-semana com a segunda prova após paragem forçada pela pandemia de coronavírus, quinta do ano, o Rali da Turquia, com muitos motivos de interesse…

PEDRO RORIZ (auto.look2010@gmail.com)

Quinta prova de um campeonato atípico, que terá apenas sete competições para poder atribuir o título, o Rali da Turquia pode ser o primeiro a ver no lugar mais alto do pódio, alguém que já lá tenha estado esta temporada.

Vencedor da última prova (Rali da Estónia), naquela que foi a sua primeira vitória ao volante de um carro da marca sul-coreana, o estónio Ott Tanak (Hyundai i20 Coupé WRC) juntou-se ao belga Thierry Neuville (Monte Carlo), ao inglês Elfyn Evans (Suécia) e ao francês Sébastien Ogier (México), vencedores das três provas anteriores, Monte Carlo, Suécia e México, respectivamente.

Em termos de marca regista-se um empate (2-2) entre a Toyota, vencedora na Suécia e no México, e a Hyundai, que ganhou em Monte Carlo e na Estónia, havendo a curiosidade de perceber qual vai levar a melhor, uma vez que a Ford não tem revelado potencial para lutar pelos triunfos.

A surpresa poderá vir do jovem Kalle Rovampera (Toyota Yaris WRC) que na Estónia podia ter sido segundo, não fosse a penalização de um minuto, e que está cada vez mais perto de ver o seu nome integrado na lista dos vencedores do “Mundial” de Ralis, tudo apontando para que seja o próximo “finlandês voador”.

 

A estrada

Como consequência da situação que se vive, o Rali da Turquia foi reduzido a 12 provas de classificação, ainda que a competição se estenda por três dias.

A prova arranca esta sexta-feira à tarde, com a realização de duas especiais, Içmeler (13,90 km) e Gokçe (11,32 km), para prosseguir no sábado, com uma dupla passagem por Yesilbelde (31,79 km), Datça (8,75 km), que terá transmissão televisiva, e Kizlan (13,15 km), para terminar domingo, com uma nova dupla passagem, desta feita por Çetibeli (38,15 km), a especial mais extensa do rali, que provocar uma “revolução” na classificação, e Marmaris (7,05 km), com transmissão televisiva, cuja segunda passagem funcionará como “Power Stage”.

CLASSIFICAÇÕES DOS “MUNDIAIS”

PILOTOS – 1.º Sébastien Ogier, 79 pontos; 2.º Elfyn Evans, 70; 3.º Ott Tanak, 66; 4.º Kalle Rovampera, 55; 5.º Thierry Neuville, 42; 6.º Teemu Suninen, 34; 7.º Esapekka Lappi, 30; 8.º Craig Breen, 25; 9.º Sébastien Loeb, 8; 10.º Takamoto Katsuta, 8; 11.º Pontus Tidemand, 8; 12.º Nikolay Gryazin, 6; 13.º Gus Greensmith, 6; 14.º Marco Bulacia Wilkinson, 4; 15.º Oliver Solberg, 3; 16.º Eric Camilli, 2; 17.º Mads Ostberg, 2; 18.º Jari Huttunen, 1; 18.º Ole Christian Veiby, 1.

CONSTRUTORES – 1.º Toyota Gazoo Racing World Rally Team, 137 pontos; 2.º Hyundai Shell Mobis World Rally Team, 132; 3.º M-Sport Ford World Rally Team, 83.

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