“RPM”: E se as emoções fossem proibidas?

É a premissa da série em desenvolvimento “RPM”, co-produzida pela CUPRA com Vince Gerardis, co-produtor executivo do Game of Thrones, Infinito Studios e Startling Media. Natalia Reyes, Eduard Fernández e Juana Acosta, fazem parte do elenco de luxo desta produção na qual o CUPRA e-Racer tem papel de destaque.

(auto.look2010@gmail.com)

O que aconteceria se, no futuro, as emoções fossem proibidas? Este é o enredo de RPM, a nova série de ficção científica co-produzida pela Infinito Studios, Startling Media e CUPRA, junto com o co-produtor executivo de Game of Thrones, Vince Gerardis. Em fase de desenvolvimento, a produção consistirá numa temporada inicial de 11 episódios. O primeiro teaser foi apresentado em exclusivo no evento digital em comemoração do terceiro aniversário da CUPRA.

REVOLUÇÕES POR MINUTO

Ano 2101. Uma nuvem de névoa tóxica paira sobre Barcelona. A cidade agora é um lugar escuro. Essa escuridão é ainda mais evidente na humanidade: todas as emoções foram proibidas e controladas por uma pequena elite. No entanto, há um grupo de rebeldes que não aceita esses termos e desafia as autoridades com adrenalina. Eles são os “RPM’s” e usam veículos de outra era para competir em corridas subterrâneas. A sua missão? Despertar a humanidade.

A EMOÇÃO DE CONDUZIR

O título da série não é acidental. “Chama-se RPM pelas rotações por minuto dos automóveis, mas ao mesmo tempo fala de diferentes revoluções, como a revolução emocional de sentir-se vivo ao conduzir e de ser um rebelde, de se sentir humano», sublinha Albert Uría, criador e director.

Nesse sentido, a CUPRA tem um papel fundamental para cumprir a missão dos “RPM’s”. «Os nossos automóveis, agora e no futuro, sempre defenderão que conduzir é uma emoção. Isso conecta-se fielmente com a filosofia da CUPRA», explica Antonino Labate, director de Estratégia, Desenvolvimento de Negócios e Operações da CUPRA.

«Somos uma tribo porque sentimos quando conduzimos, e os automóveis são muito importantes para essas emoções; tecnologia, sem emoções, é algo que não faz sentido para nós», acrescenta Antonino Labate. Por isso, a protagonista, interpretada por Natalia Reyes, conduz um CUPRA e-Racer, o primeiro carro de corrida 100% eléctrico do mundo.

UM FUTURO DISTÓPICO?

Estima-se que em alguns anos os implantes tecnológicos serão uma solução comum para melhorar a nossa saúde, conectividade e conforto. No entanto, em “RPM”, a tecnologia assume o controlo da humanidade. Para Albert Uría, a história da série «está concebida como uma projecção com respeito à inteligência artificial, calculámos onde estaríamos em 80-100 anos através de um estudo sociológico, neurológico e antropológico».

«Neste cenário sem emoção, os “RPM’s” são os únicos que podem salvar o mundo; eles são os únicos do futuro que se podem conectar com quem somos agora», comenta o director.

DE GAME OF THRONES E GOYA AWARDS

O director, roteirista e produtor espanhol Albert Uría (Maradona, Sueño Bendito; Amazon Prime), é o criador da série e dirige o teaser escrito por Daniel Posada (El Chapo y Tijuana, Netflix Originals). Também conta com Oriol Uría (Maradona, Sueño Bendito; Amazon Prime) e Vince Gerardis (Game of Thrones, HBO) como produtores executivos, e a marca automobilística CUPRA como co-produtora.

Entre os protagonistas encontram-se atores de primeira categoria como Natalia Reyes (Terminator), Eduard Fernández (30 monedas) e a actriz nomeada ao prémio Goya, Juana Acosta. Além disso, a Orquestra Sinfónica de Bucareste interpretou a banda sonora do trailer composta por Toni M. Mir.Para a CUPRA, «a verdadeira inovação não pode existir sem questionar e transcender os limites do estabelecido».

«Esse é o nosso espírito e o que nos leva a redefinir as expectativas do que uma marca contemporânea é capaz. Por isso embarcamos neste projecto que penso que será mágico para o público», conclui Ignacio Prieto, responsável de Marketing da CUPRA.

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