Rally Resende Douro Verde no Centro de Ralis

Será o primeiro evento que a agremiação portuense realizará em 2020, depois do cancelamento de várias provas que estavam previstas para este ano devido à pandemia da Covid-19.

(auto.look2010@gmail.com)

O Targa Clube volta às lides organizativas da modalidade e leva para a estrada este novo rali, nos dias 28 e 29 de Novembro o Rally Resende Douro Verde. A prova faz parte integrante do Campeonato Centro de Ralis, contando ainda para o 3.º Desafio Kumho Asfalto, Centro e Norte. Será o primeiro evento que a agremiação portuense realizará em 2020, depois do cancelamento de várias provas que estavam previstas para este ano devido à pandemia de Covid-19.

«Já tínhamos Resende em mente há muito tempo. E de facto aqui há condições magníficas para realizar uma prova desta natureza, e quando as pessoas têm força de vontade tudo se concretiza. Viemos encontrar uma grande receptividade junto do município e na pessoa do seu presidente, Garcês Trindade», começou por salientar Fernando Batista, o histórico dirigente do Targa Clube, que destacou ainda o facto de ser «a primeira prova que, esperamos nós, vamos organizar este ano, já que as anteriores foram todas canceladas».

Casimiro Peralta

Além disso também sublinhou a colaboração desde logo disponibilizada pelo Clube de Automóveis de Caldas de Aregos na pessoa do seu presidente Casimiro Peralta, pois «toda a ajuda é bem-vinda». «São várias as centenas de pessoas, que cada um no seu posto, desempenham um papel imprescindível para que o rali se realize. Destacando a importância do apoio municipal, das forças de segurança e sanitárias, «sem as quais é impossível realizar um evento desta natureza», Fernando Batista apontou também a importância que o automobilismo pode desempenhar para a promoção de uma região como a do Douro intermédio, onde se insere Resende.

Fernando Baptista

O dirigente do Targa Clube também chamou a atenção para o protocolo sanitário em que o automobilismo nacional se está a destacar, enviando uma palavra de apreço à Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), que se fez representar na apresentação do avento: «Imagino a dificuldade que estará a ser dirigir este desporto numa altura de pandemia como esta», referiu o dirigente.

Ni Amorim confirmou essa mesma dificuldade ao fazer lembrar que é com imenso esforço que vai ser possível realizar este ano menos de um terço das provas realizadas no ano passado: «Não passará de uma centena, devido às enormes limitações que tivemos. Mas também posso dizer que tenho testemunhado um grande rigor nas medidas de segurança sanitária, pois para além de ver pessoas de máscara nas classificativas de ralis até agora os casos da Covid-19 neste desporto têm sido zero».

Ni Amorim

Para o líder federativo, isso mostra «o rigor que temos tido ao nível da segurança», reiterando que a modalidade «não se pode dar ao luxo de um novo confinamento». Não resistiremos, como aliás a economia do país também não», acrescentou.

Já o autarca de Resende, Garcez Trindade, destacou a forma como o Targa Clube se empenhou na prova e na tradição que a região tem no desporto motorizado: «Basta ver que as perícias que temos tido no concelho. E a ideia é que a tradição se mantenha, pois é um pólo dinamizador do turismo e da economia local. Faço minhas as palavras do Fernando Batista ao dizer que espero que a prova se venha a realizar na data prevista, e que não haja imponderáveis de natureza sanitária que nos impeçam de a fazer».

O Rally Resende Douro Verde vai para a estrada a 28 e 29 de Novembro e consta de sete classificativas em pisos de asfalto; duas passagens pelos troços de Resende/Enxertado, Miomães/S. Romão e Canizes/S. Cristóvão e uma por S. Martinho de Mouros/Paus. Terá cerca de 60 quilómetros contra o cronómetro, incluídos num percurso total a rondar a centena e meia.

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