Peter: “Experiência e calma ajudaram à vitória”

O piloto francês confidenciou que o qatari Nasser Al-Attyiah (Toyota Hilux) perdeu o Rali Dakar porque quis ganhar o prólogo.

(auto.look2010@gmail.com)

Stéphane Peterhansel (Mini) admitiu hoje sentir «a mesma emoção», após vencer pela 14.ª vez o Rali Dakar, cuja 43.ª edição terminou hoje com a oitava vitória do “Senhor Dakar” na categoria de automóveis.

«Continuo a sentir a mesma emoção. Vencer o Dakar é complicado, não há vitórias fáceis. Esta até pode ter parecido a quem vê de fora, mas foi difícil gerir a pequena diferença para Nasser Al-Attyiah. Sentia o corpo muito tenso. Mas a experiência e a capacidade de manter a calma ajudou-me a vencer», contou. Com este triunfo, Stéphane Peterhansel tornou-se o primeiro piloto a vencer em três continentes diferentes, 30 anos depois de ter festejado o primeiro triunfo, em motos, em 1991, em África.

Stéphane Peterhansel, que vencera as edições de 1991, 1992, 1993, 1995, 1997 e 1998 em motos, somou este triunfo em automóveis aos já conseguidos nos anos de 2004, 2005, 2007, 2012, 2013, 2016 e 2017, concluindo a prova em 44h27m11s, menos 14m51s do que Nasser Al-Attyiah, que foi segundo, apesar de ter vencido seis etapas.

A edição deste ano começou com uma vitória de Nasser Al-Attyiah, no prólogo, mas Stéphane Peterhansel considerou que esse foi «o primeiro erro» do piloto da Toyota Hilux.

«Essa foi a diferença. Ele ganhou o prólogo e acho que foi o primeiro erro dele. Provavelmente, perdeu o Dakar porque quis ganhar o prólogo», frisou o piloto francês, confessando que «a primeira vitória, nas motos» ainda é a sua «preferida».

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