Panda Cross vence “4×4 of The Year 2019 Awards”

Triunfo na categoria Crossover nos Prémios da 4×4 Magazine do Reino Unido pelo segundo ano consecutivo. O modelo foi elogiado por um painel de especialistas em viaturas 4×4 pelos seus motores, capacidades em todo-o-terreno e divertimento de condução.

(auto.look2010@gmail.com)

O Fiat Panda Cross conquistou de novo a categoria Crossover nos “4×4 of the Year 2019 Awards” da 4×4 Magazine, revista do Reino Unido exclusivamente dedicada a veículos 4×4 e pick-ups. Pelo segundo ano consecutivo, o Fiat Panda venceu esta difícil competição, num sector em constante crescimento, tendo sido nomeado o “Melhor Crossover”. Sempre com um sorriso no rosto, os jurados elogiaram-no pelo motor vivo e enérgico, pela capacidade de tracção e pelo factor divertimento.

O Panda é, desde 2004, líder na Europa no seu segmento. E, com 7,5 milhões de veículos vendidos ao longo dos anos, detém a maior base comunitária no seu segmento na Europa.

«Penso que não há outro veículo que tenha vencido na sua classe de forma tão consistente ao longo dos anos. O mercado está constantemente a mudar, mas o Panda Cross tem sido admiravelmente sólido naquilo que oferece, embora sempre melhorando», sublinhou Alan Kidd, editor da 4×4 Magazine.

Louvando as suas capacidades em todo o terreno, o jornalista sustentou ainda que «não foi construído para ser a última palavra em matéria de todo-o-terreno, mas o seu peso reduzido e as cuidadas proporções resultam numa incrível facilidade de manobra e estabilidade em pisos difíceis, sendo preciso percorrer um longo caminho para encontrar os seus limites».

Os prémios “4×4 of the Year” atribuídos pela 4×4 Magazine definem o segmento há mais de 25 anos. Uma equipa de experientes especialistas em 4×4 avalia a actual ampla oferta de veículos que constituem esta classe, analisando todos os aspectos, como conforto, qualidade, desempenho em todo-o-terreno e custos de aquisição e de propriedade.

Esta notável vitória junta-se à longa lista de conquistas do Fiat Panda, incluindo ter sido o primeiro citadino a dispor de tração integral, a primeira viatura a subir até a uma altitude de 5.200 m e a chegar ao acampamento base do Evereste, além de ter sido o primeiro citadino alimentado a gás natural a ser produzido em grande escala.

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