O “voo” picado do “Falcão” no MotoGP

Foi de forma perfeita que Miguel Oliveira fechou no passado domingo no Autódromo Internacional do Algarve a sua décima temporada como piloto no mundial MotoGP, a segunda no escalão maior do campeonato.

(auto.look2010@gmil.com)

Em 2020 foram 14 as corridas realizadas num calendário ajustado e reformulado por força da pandemia, levando o piloto da MEO a cumprir um total de 1.398,42 quilómetros em corrida e levando a KTM RC16 a somar mais 5.790.661 quilómetros em treinos, para um total de 7.189.081 quilómetros acumulados.

Os 125 pontos somados por Miguel Oliveira revelam uma média de 8,9 pontos a cada bandeira de xadrez “abraçada” e se dessa equação retirarmos as três corridas que o embaixador da Hyundai não terminou a “colheita” por corrida sobe para 11,3 pontos, uma média bem positiva num ano em que apenas três pilotos repetiram vitórias, entre eles Miguel Oliveira.

No caminho para mais uma época de feitos e conquistas inéditas o almadense realizou um total de 313 voltas aos nove circuitos utilizados e apenas por uma única vez não terminou a primeira volta de corrida, e igualmente apenas por uma vez não terminou uma corrida por “culpa própria”, sofrendo toques que o colocaram fora de corrida nas restantes duas ocasiões em que não recebeu a bandeira de xadrez.

Finalizada a época 2020… começa a preparação para 2021, o 11.º ano do nono classificado no “Mundial” da temporada deste ano e o primeiro como piloto oficial KTM no palco maior do motociclismo mundial.

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