Miguel Oliveira promete ataque cerrado

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) prometeu hoje «não baixar os braços» e fazer uma corrida «ao ataque do início ao fim» no Grande Prémio da Riviera de Rimini de MotoGP, sétima ronda do campeonato, que decorre este domingo.

(auto.look2010@gmail.com)

Miguel Oliveira vai partir do 15.º lugar da grelha, depois de esta manhã ter sofrido duas quedas na terceira das quatro sessões de treinos livres, que abalaram a confiança do piloto luso: «Depois das quedas desta manhã, saímos para o FP4 (quarta sessão de treinos livres) com o objectivo de ganhar um pouco mais de confiança. Conseguimos um bom ritmo. Na qualificação, melhorei o meu tempo por volta, mas não foi suficiente para passar para a Q2. Faltou velocidade, faltou juntarmos todos os sectores na volta rápida», explicou o piloto de Almada.

Miguel Oliveira acredita que vai ter pela frente «uma corrida dura», mas espera «trazer para casa o maior número de pontos possível». Para isso, já sabe o que terá de fazer: «Temos de ir ao ataque de início ao fim, fazer uma corrida inteligente e trazer o que for possível para casa».

O piloto da equipa Tech3 da KTM é, actualmente, o 10.º classificado da categoria rainha do campeonato mundial de motociclismo de velocidade, com 48 pontos. Hoje, garantiu o 15.º lugar da grelha, com o tempo de 1m31,841s, a 746 milésimos de segundo do espanhol Maverick Viñales (Yamaha), que garantiu a terceira “pole position” de 2020, segunda consecutiva.

FALTA DE TEMPERATURA

NOS PNEUS PROVOCOU AS QUEDAS

Miguel Oliveira explicou que foi a «falta de temperatura nos pneus» da sua KTM que provocou as quedas nos treinos livres no circuito de Misano: «Os pneus estavam frios e foi por isso que caí. Ainda fui ao centro médico, fiz um exame rápido, mas parece que está tudo bem», disse o piloto português. O piloto luso explicou que «quando se cai por os pneus estarem frios, não há muito a fazer».

O piloto de Almada acredita que tanto o espanhol Pol Espargaró como o sul-africano Brad Binder têm «algo mais na afinação das suas motos» e que, por isso, «são mais rápidos» do que os pilotos da equipa Tech3, pela qual corre Miguel Oliveira.

«As motos são exactamente iguais, mas em termos de afinação devem ter algo diferente. Mas vamos ver amanhã. Temos um bom ritmo de corrida. Só preciso de começar melhor do que na semana passada e fazer umas ultrapassagens no início», frisou o piloto de 25 anos.

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