Joan Mir: “Sou o homem a bater no MotoGP”

O espanhol campeão do Mundo de MotoGP aponta o favoritismo ao compatriota Marc Márquez que, em Dezembro, realizou a terceira operação ao braço, que tarda em recuperar plenamente.

(auto.look2010@gmail.com)

Joan Mir assume que é o «homem a bater» em 2021, porém, atribui o favoritismo ao hexacampeão Marc Márquez, caso o compatriota «regresse a 100%» de lesão. A lesão no braço direito do rival da Honda tem-no afastado das pistas desde Julho de 2020, após o acidente em que fracturou o úmero do braço direito.

«Para mim, o favorito é o Marc. Caso volte a 100% é o favorito. Tem mais experiência, títulos e velocidade. É o homem a bater. Se o excluirmos, não vejo um favorito. Talvez eu, mas com Marc na pista, será ele», sentenciou o piloto da Suzuki, ao site do MotoGP.

«É verdade que quando se ganha o título somos apontados como favoritos para o próximo. Nesta época, sei, interiormente, que sou o homem a bater, mas, provavelmente, não o favorito», reforçou Joan Mir, que falava de Márquez, que em Dezembro realizou a terceira operação ao braço, que tarda em recuperar plenamente.

O maiorquino de 23 anos entende que ainda tem de «mostrar muito mais para ser o favorito», admitindo que não venceu o campeonato «pela velocidade, mas pela consistência e sendo inteligente», estratégia que pretende repetir na defesa do ceptro.

Joan Mir assume que a sua margem de progressão para melhorar a sua velocidade é «provavelmente maior» do que os pilotos com mais experiência, o que lhe confere algum optimismo: «Por isso, no papel temos boas ferramentas para defender o título, mas não sinto que vou ser o favorito», insistiu. Além de Marc Márquez, também Alex Rins, companheiro de Mir da Suzuki, e que terminou o campeonato em terceiro, pode ser um obstáculo ao êxito.

«Vai estar tão forte quanto na época passada. Magoou-se na primeira parte da temporada, mas, depois, estava cada vez mais competitivo. Estávamos lutando uns contra os outros em todos os grandes prémios. Todos cometem erros, não é fácil passar uma temporada inteira sem os cometer. Vai ser competitivo, mas não muito mais, pois já é muito forte», justificou.

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