Iberian Historic Endurance com novidades para 2020

Valência é a grande novidade de 2020, bem como o regresso ao Grande Prix de Pau Historique, reforçando a consolidação da presença nos melhores circuitos da Europa.

(auto.look2010@gmail.com)

O Iberian Historic Endurance, criado com o mote “Relaxed Historic Racing”, revelou o calendário provisório de 2020 e novidades ao nível técnico para o futuro. O calendário do Historic Endurance está dividido em três distintas partes: Inverno, Primavera e Outono.

Para o Inverno, e aproveitando o bom tempo do sul da Europa, o Historic Endurance tem marcado para 1 de Março, um fim-de-semana de testes e as duas primeiras corridas da temporada no regresso a calorosa cidade de Valência e ao evento “Racing Legends” que conta com uma concentração de mais de 900 carros, motos e mesmo camiões clássicos! A sessão de Inverno termina com a segunda edição do “Exclusive Testing”, dois dias de testes exclusivamente para automóveis Clássicos e que na primeira edição contou inclusivamente com quatro Formula 1.

Na Primavera marca a segunda parte da temporada, a qual começa da melhor maneira, com o regresso ao imperdível “Jarama Classic”, um dos circuitos preferidos dos pilotos de Clássicos e que está perfeitamente colocado no centro da Península Ibérica, sendo de fácil acesso a todas as equipas. Este ano como novidade, as equipas participantes em Jarama, podem seguir para o mítico Grand Prix de Pau, conseguindo assim num transporte, fazer duas corridas seguidas.

O Grand Prix de Pau é um circuito que dispensa apresentações e que nas quatro edições em que o Iberian Historic Endurance o visitou, sempre esgotou as grelhas de partida. Continuando em grelhas de partida esgotadas, o HE termina a segunda parte do calendário nas 3 Horas de SPA. Posicionadas no final de Junho, em sintonia com os maiores dias do ano, o evento tem conseguido captar o imaginário das equipas e nas últimas três edições foram recebidas equipas de mais de 80 equipas de 20 países diferentes numa grande festa.

Após o Verão, o Historic Endurance regressa para a última parte da temporada (o Outono) e arranca logo com o “Estoril Classic”. Já um caso de sucesso entre equipas e público, o evento irá manter as provas do HE, assim como a corridas de Formula 1, recebendo como novidade também as provas da Peter Auto. O melhor de dois mundos que só será possível no Estoril.

Novamente, de forma a aproveitar os transportes comuns, no fim-de-semana seguinte será a vez de rumar a Jerez de la Frontera, que terá muitas novidades em 2020, inclusive recebendo os Formula 1 Clássicos e tornando-se um evento de Clássicos internacional.

Por último, a competição irá terminar como habitualmente nas divertidas 250 KM do Estoril em 20 e 21 de Novembro. Uma prova onde a componente de resistência e estratégia ainda estão mais em evidencia.

A organização apresentou novidades a nível técnicos. Desde o início do Iberian Historic Endurance, nos últimos oito anos, que as especificações técnicas dos Porsche 911 3.0 e Ford Escort RS1600 foram limitadas para equilibrar prestações com os restantes carros. Agora em 2020, de forma reequilibrar as prestações e tornar os andamentos mais similares. Estes modelos serão adicionalmente penalizados com mais peso e limitação ao nível dos pneus.

O Iberian Historic Endurance continuará a apostar no BRM Index de Performance, que apoia os carros mais antigos, com menor cilindrada. Em 2019 carros tão variados como um Austin Healey Sebring, Mini Cooper S, Ford Anglia, Ford Cortina Lotus e Porsche 356.

Também a “Gentlemen Driver Spirit” categoria para Turismos até 2000cc até 1965 e carros até 1300 continuará a crescer com mais um Ford Cortina Lotus, um BMW 1800 TI e dois Alfa Romeo Giulia a juntarem-se ao grupo de carros participante. Em 2019, foram 9 a média de carros desta categoria que participaram e em 2020 com estes novos carros esperamos ainda subir este número.

Para Diogo Ferrão, responsável máximo pelo Iberian Historic Endurance, «teremos em 2020 um novo desafio, com as alterações técnicas a tornar as corridas ainda mais divertidas, com mais carros no mesmo segundo». «O calendário foi também mais espaçado. Se tantas equipas estrangeiras vêm ao sul da Europa e fazem dois ou mais eventos sem levarem os carros de volta ao pais de origem, as equipas ibéricas, com carros bem preparados que nada devem às equipas do norte de Europa, também terão a oportunidade para competir em dois fim-de-semanas seguidos e só pagando um transporte», concluiu.

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