Gonçalo Boaventura vence “Corrida dos Campeões”

Os pequenos Peugeot e Toyota da competição Challenge 1000estiveram envolvidos numa corrida inédita disputada nos antigos estaleiros da Lisnave em Almada, com os grandes campeões a provarem a validade desta competição.

(auto.look2010@gmail.com)

Com organização do Clube de Motorismo de Setúbal, a segunda edição da Almada Extreme Sprint, disputou-se nos estaleiros da antiga Lisnave, englobando as competições de Sprint e Regularidade e, pela primeira vez, uma “Corrida de Campeões” por eliminatórias, a disputar pelos melhores de cada classe e pelos dois mais rápidos da regularidade, ao volante dos fantásticos carros preparados pela Art of Speed para a Challenge 1000.

Foi um final de festa que trouxe muita animação à prova do CMS, pois acabaram por ser os melhores a levarem ao extremo os pequenos carros de competição, que provaram toda a sua competitividade e fiabilidade, mesmo que levados ao extremo por pilotos de nomeada como Miguel Campos, Fernando Peres, Gonçalo Figueiroa, José Grosso, António Dias… enfim, quinze equipas que nestas coisas das corridas não brincam e estavam ali para ganhar e andar depressa, muito depressa.

António Dias começou por fazer 2m53,76s na primeira série – um tempo fantástico para um pequeno carro como estes – e com o evoluir da corrida, seria Rui Ferreira a conseguir o melhor tempo absoluto da “Corrida de Campeões”, com 2m53,66s na derradeira série antes da final, passando assim à final com o jovem mas competitivo e consistente piloto de Mafra, Gonçalo Boaventura.

Sob alguma tensão, os dois lançaram-se para a final, saindo vencedor Gonçalo Boaventura, pois Rui Ferreira viu o seu carro parar em plena pista com problemas de motor no pequeno Aygo – embora inicialmente se pensasse que poderia ser falta de gasolina, seria uma válvula partida, conforme constatado depois pela equipa do próprio piloto – deixando assim nas mãos do seu adversário, o primeiro ceptro de Campeão dos Campeões desta corrida inédita em Portugal.

Para Frederico Luís, director da Art of Speed e promotor do Challenge 1000, esta «foi a prova de fogo do Challenge 1000, os carros resistiram heroicamente a todas as solicitações que os “campeões” lhes impuseram e foram competitivos até ao fim». «O Challenge 1000 é um troféu muito económico, tecnicamente equilibrado e que pode proporcionar a pilotos, uma experiência verdadeiramente competitiva onde reina a igualdade técnica. É esse o espírito desta competição, mas agora também ficou provado que pilotos com grande experiência, podem conseguir performances fantásticas, aos comandos de pequenos carros como estes».

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