Góis é hoje e amanhã a capital europeia do Enduro

Com sinal de vitalidade e capacidade organizativa bastante destacada, o Góis Moto Clube já “abriu as portas” do Parque Fechado e concedeu aos pilotos a total liberdade de se entregarem de “alma-e-coração” à primeira prova de abertura do Europeu.

CARLOS SOUSA (carlos.sousa@autolook.pt) – Fotos: RICARDO PINTO

Os pilotos participantes na prova inaugural do Campeonato Europeu de Enduro já se encontram nos trilhos desenhados pelo Góis Moto Clube. A chuva, o frio e o gelo não arrefeceram os ânimos da centena de enduristas que largaram da Quinta do Baião para um dia frenético nas especiais de “Enduro Test” e “Cross-Test”.

Enquanto na área anexa do “paddock” e Parque-Fechado, “edificados junto à sede do Góis Moto Clube, vive-se um ambiente mais abrangido pelo “calor” pelo facto do clube goiense ter merecido a aprovação da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) de abrir as “hostilidades” do Europeu de Enduro, já nas especiais os pilotos respiram competência para alcançarem o melhor resultado possível.

São 100 pilotos que, oriundos de dezena e meia de países, com a Finlândia a trazer para a vila de Góis um forte contingente com legítimas esperanças de sair de Portugal com o triunfo, mas para isso muita água vai correr pelo leito do rio Ceira. Também os portugueses têm a missão de mostrar serviço e, quiçá, baralhar as contas dos famosos enduristas europeus.

A “armada” lusa é composta por Frederico Rocha (Juniores Sub-21), Rodrigo Belchior (Júnior 1), Manuel Teixeira (Júnior 2/3), Luís Oliveira (+ 250 4T), Joana Gonçalves (Senhoras) e Mateus Cêpa, Ricardo Wilson e Gil Carmo, na Classe Open, a mais direccionada aos pilotos nacionais. Um lote de oito pilotos que, hoje e amanhã, vão enobrecer as cores lusitanas numa prova que se prevê bastante dura não só pelas dificuldades do terreno mas igualmente pelas condições atmosféricas que continuarão a ser também elas adversas.

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