FIA e Fórmula E acordam redução de custos

Em comunicado, assinado também por todas as equipas do campeonato, lê-se que a o novo protótipo de veículo de corridas, o Gen2 EVO, foi adiado para a temporada de 2021/2022.

(auto.look2010@gmail.com)

A Federação Internacional do Automóvel (FIA) e a organização do Mundial de Fórmula E para veículos eléctricos, que é liderado pelo português António Félix da Costa, acordaram esta quinta-feira a redução de custos de desenvolvimento na disciplina. Em comunicado, assinado também por todas as equipas do campeonato, lê-se que a o novo protótipo de veículo de corridas, o Gen2 EVO, foi adiado para a temporada de 2021/2022.

Para enfrentar a crise provocada pelo novo coronavírus, também foram anunciadas mudanças nos regulamentos técnicos de forma a diminuir os custos da categoria nas próximas duas épocas para metade, limitando a um único carro a homologação submetida por cada equipa. As equipas apenas poderão mudar a unidade de potência uma vez nos próximos dois anos.

«Nestes tempos difíceis, a prioridade é adaptar os custos das estruturas para manter a sustentabilidade, frisou o francês Jean Todt, presidente da FIA. Esta é a sexta temporada da competição, que foi interrompida após a sexta prova, a 29 de Fevereiro, em Marrocos, ganha pelo piloto português.

António Félix da Costa (DS) lidera o campeonato com 67 pontos, mais 11 do que o australiano Mitch Evans (Jaguar), que está em segundo. O Mundial de Fórmula E espera regressar a 21 de Junho, em Berlim, na Alemanha.

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