Escuderia Williams em “lay-off” parcial

Os gestores e os pilotos da equipa, o britânico Georges Russel e o canadiano Nicholas Lafiti, vão sofrer um corte de 20% nos vencimentos até ao final do mês de Maio.

(auto.look2010@gmail.com)

A escuderia Williams do Mundial de Fórmula 1 entrou em “lay-off” parcial e vai baixar os salários dos gestores e pilotos em 20% de forma a diminuir o impacto económico da pandemia do novo coronavírus, anunciou em comunicado.

«A ROKiT Williams Racing colocou em “lay-off” parcial uma série de trabalhadores, entre uma série de medidas de redução de custos», lê-se no comunicado. Além disso, os gestores e os pilotos da equipa, o britânico Georges Russel e o canadiano Nicholas Lafiti, vão sofrer um corte de 20% nos vencimentos até ao final do mês de Maio.

«Não são decisões que se tomem de forma ligeira, mas o nosso objectivo é proteger os empregos do nosso pessoal», acrescenta a equipa, no mesmo documento.

Esta é a segunda das dez equipas do Mundial de Fórmula 1 a avançar com cortes salariais, depois de a britânica McLaren ter anunciado cortes similares na quinta-feira passada. O governo britânico permite às empresas aderir ao “lay-off” parcial garantindo aos trabalhadores 80% do salário até um valor máximo de 2800 euros por mês.

Até ao momento, a pandemia de Covid-19 levou ao cancelamento dos Grandes Prémios da Austrália e do Mónaco e ao adiamento das corridas do Bahrain, China, Vietname, Países Baixos, Espanha e Azerbaijão. Para já, o Mundial está previsto arrancar a 14 de Junho, no Canadá.

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