Campanha “Cinto-me Vivo” em prol da segurança

A campanha rodoviária “Cinto-me Vivo” arrancou hoje em todo o país até 27 de junho, para alertar os condutores e passageiros para a importância de usarem sempre e de forma correta os dispositivos de segurança.

(auto.look2010@gmail.com)

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização 2022, a campanha junta a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a PSP e a GNR e terá ações de sensibilização e de fiscalização no continente e nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

As ações de sensibilização da campanha “Cinto-me Vivo” ficam a cargo da ANSR, enquanto cabe à PSP e à GNR, nas suas áreas de jurisdição, as operações de fiscalização, «com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário», de forma a contribuir para «a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores na correta utilização dos dispositivos de segurança».

As ações de sensibilização e as operações de fiscalização decorrerão em simultâneo, com operações hoje, desde as 14h00, na Praça Duque de Saldanha, em Lisboa, e amanhã, quarta-feira, às 8h00, na EN125, Km 89,9, na Rotunda das 4 Estradas, em Albufeira.

No dia 23, às 9h30, será em Beja, na Rua Zeca Afonso (alternativa: Rua Cidade de S. Paulo). A 24 de junho, às 8h00, decorrerá na EN18, em Penha, Portalegre e a 27 de junho, pelas 10h00, na Avenida 1.º de Maio, em Paivas, Seixal. Na mesma nota, a ANSR, a PSP e a GNR lembram que «a utilização dos dispositivos de segurança é fundamental e apelam a todos para que os utilizem de forma correta».

Sublinham que, «numa colisão, um veículo para numa fração de segundo e os ocupantes, caso não usem cinto de segurança, continuam a seguir na direção do movimento com uma velocidade igual à que seguia o veículo no instante inicial do acidente».

Dão como exemplo uma colisão frontal a 50 km/h, em que «um condutor com 70kg, sem cinto de segurança, sofre um impacto equivalente a uma queda livre de um terceiro andar».

Igualmente alertam que, no caso dos motociclos, «o uso do capacete de modelo aprovado, devidamente apertado e ajustado, reduz em 40% o risco de morte» em caso de acidente. Está igualmente comprovado, adiantam, que «a utilização correta de cadeirinha de bebé homologada e adaptada ao tamanho e peso da criança, reduz em 50% o risco de morte».

«Em crianças até aos 18 Kg, a utilização de uma cadeirinha voltada para a retaguarda, combinada com a utilização de cinto de segurança, reduz até 90% o risco de lesões graves ou morte», referem.

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