Bagnaia “muito feliz” com vitória no Algarve

Piloto italiano, segundo no Mundial, atrás do já campeão Fabio Quartararo (Yamaha), liderou toda a corrida disputada no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

(auto.look2010@gmail.com)

Francesco Bagnaia (Ducati) manifestou-se «muito feliz pela vitória no Grande Prémio do Algarve de MotoGP, penúltima prova do Mundial de motociclismo de velocidade, naquela que considerou ter sido uma das suas melhores corridas de MotoGP.

«Estou feliz pela vitória, depois de ter tido uma das partidas mais difíceis da temporada, mas consegui melhorar volta após volta, naquela que julgo ter sido a minha melhor corrida de MotoGP», afirmou o piloto em conferência de imprensa, que somou o terceiro triunfo da temporada.

Aos comandos de uma Ducati, o italiano gastou 38m17,720s, para cumprir as 23 voltas ao circuito e deixou o espanhol Joan Mir (Suzuki) e o australiano Jack Miller (Ducati) na segunda e na terceira posições, a 2,478 e 6,402 segundos, respectivamente.

Francesco Bagnaia atribui a vitória ao trabalho «fantástico conseguido pela equipa durante o fim-de-semana no Algarve, tornando a moto mais rápida e competitiva». «Gostava de ter terminado com a bandeira xadrez, mas foi importante ter vencido. Correu tudo bem, a equipa fez um trabalho fantástico e eu estou feliz com esta vitória, conseguida numa pista difícil», apontou.

O espanhol Joan Mir (Suzuki), segundo classificado, disse estar satisfeito com «o lugar no pódio, mas não com o resultado». «Estou naturalmente satisfeito pelo segundo lugar, mas não com o resultado porque cometi pequenos erros. Agora é pensar em Valencia», sublinhou.

Joan Mir endereçou os parabéns a Bagnaia e à equipa da Ducati e disse estar otimista para a última corrida da temporada em Valência (Espanha): «Estou forte e penso fazer coisas melhores em Valência».

Por seu turno, o australiano Jack Miller (Ducati) terceiro classificado, que terminou a 6,402 segundos, de Francesco Bagnaia, atribuiu o terceiro lugar «a alguma quebra de potência na moto». «A meio da corrida comecei a puxar e senti que a moto não respondia como eu queria, o que me fez cair alguns lugares. Recuperei depois, mas a frente da corrida tinha um andamento muito rápido», apontou.

Contudo, adiantou: «Estou muito feliz pelo trabalho feito pela equipa e agora é pensar em Valência e trabalhar para aparecer mais forte na próxima época e andar entre os primeiros».

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