A dança das cadeiras na Fórmula 1

O final da pausa de Verão veio esclarecer algumas das dúvidas existentes quanto à constituição das equipas para a próxima temporada.

PEDRO RORIZ (auto.look2010@gmail.com)

Ao confirmar o finlandês Valtteri Bottas, como companheiro de equipa do inglês Lewis Hamilton, a Mercedes teve de encontrar um lugar para o francês Esteben Ocon, o seu terceiro piloto, que tudo apontava para poder vir a ser o companheiro de equipa do campeão do mundo em 2020.

Só que Totó Wolf, responsável da Mercedes e que gere a carreira do francês, conseguiu colocá-lo na Renault, em substituição do alemão Nico Hulkenberg, que deverá para a Haas render o francês Romain Grosjean, cujo desempenho tem ficado longe do esperado, havendo a curiosidade de ver, em consequência dos desentendimentos do passado, como é que o alemão vai lidar com o dinamarquês Kevin Magnussen.

Não para o ano, mas com efeito imediato, o tailandês Alexander Albon foi promovido à Red Bull, com a consequente despromoção do francês Pierre Gasly, e não podia ter tido melhor estreia ao volante do novo carro.

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É pena que a Fórmula um, se tenha tornado no centro da “malta endinheirada”
Onde param hoje Jim Claks, Stewarts, Senas, Fangios, e tantos e tantos monstros que surgiram pelas suas capacidades e não pelo o “bago que trazem.
A fórmula um…..está moribunda…..apesar de movimentar milhões de milhões….
É pena para os saudosistas como eu!